Antes de qualquer sessão de gravação, apresentamos ao morador (e ao familiar responsável, quando pertinente) um termo simples que explica o que será registrado, quem terá acesso e como o material pode ser retirado a qualquer momento. Revisamos esse pedido no início de cada encontro, não apenas no primeiro.
Não. Trabalhamos com o que cada pessoa tem disponível naquele momento. Fragmentos, sensações, nomes soltos — tudo isso tem valor. Nossos facilitadores são treinados para acolher o que vem, sem cobrar coerência ou completude.
Não, complementa. Configuramos o portal para funcionar ao lado dos canais que a equipe já usa. O guia editorial que entregamos ao final do projeto define o que vai para o portal, sem duplicar o que já circula por WhatsApp ou murais.
A Oficina de Histórias de Vida tem quatro sessões, geralmente distribuídas em duas semanas. O Portal Familiar é um projeto de seis semanas. O Programa de Livro de Memórias dura quinze semanas. Todos os cronogramas são combinados com a equipe da residência antes do início.
Todo o material produzido até aquele ponto é entregue à residência em formato editável. Não retemos cópias. O arquivo digital fica sob controle exclusivo da instituição, sem dependência de nenhuma plataforma nossa.
Não. São atividades culturais e de comunicação. Fazemos documentação de memórias e apoio à comunicação familiar — nada que exija licença profissional de saúde. Essa distinção é importante para a residência, para as famílias e para nós.
Os valores por programa constam na nossa apresentação de serviços. Após a conversa inicial, enviamos uma proposta formal. O pagamento pode ser feito por transferência bancária (PIX ou TED). Não há cobrança de parcela antecipada integral — combinamos o fluxo conforme o projeto.